Há cerca de 400 anos os primeiros navios negreiros ancoravam na costa brasileira trazendo africanos para trabalhar como escravos nos engenhos de açúcar. Esse foi apenas o começo da ligação entre Brasil e África. Hoje, aproximadamente quatro séculos depois desse primeiro contato, a relação entre o Brasil e o continente africano está sendo fortalecida, porém agora em outras bases, visando a cooperação comercial, econômica, política, social e científica.
O Recôncavo baiano é uma região brasileira de enorme influência africana. Para ali foram trazidos milhares de escravos, sobretudo para trabalharem na produção de cana de açúcar. Um estudo genético realizado em municípios da região confirmou o alto grau de ancestralidade africana na região.Quanto à presença africana no Brasil, esta veio a ser mais definida e duradoura, pois os africanos constituíram-se em mão de obra hábil, sem o pagamento de salários, possibilitando a realização do projeto agro-exportador europeu, visto que os indígenas apresentavam resistência ao trabalho escravo com o qual não estavam acostumados, como relata Staden7.
Com o tráfico negreiro, segundo informa Hasenbalg9, a predominância da etnia negra no Brasil foi notável, principalmente no século XVIII, de forma que, em 1700, a população total do Brasil era de trezentas mil pessoas, das quais cem mil eram brancos e cento e setenta mil, escravos de origem africana. Essa grande concentração de africanos no espaço brasileiro continua no período de 1700-1800 com as descobertas auríferas no estado de Minas Gerais, acarretando a necessidade de mão de obra, para além do que havia sido necessário com a cultura de cana de açúcar. Assim, os africanos e afro-descendentes estiveram na base da pirâmide populacional brasileira,entre os séculos XVII e XIX, de modo que a maneira como eles falavam contribuiu bastante para dar uma feição brasileira à língua portuguesa.
A história das populações negras do país quando “entra em cena” é restrita a temas como: a construção da sociedade colonial, força do trabalho escravo, na contribuição da sua culinária, etc. O processo de fortes e importantes lutas dos povos negros quando não são invisibilizados, caem no total desconhecimento, não só com relação a conteúdos de livros didáticos, mas na própria formação de pesquisadores e professores brasileiros que em muitos momentos não atentam para essas questões.
Fonte:
Comentário:
Foi o Recôncavo Baiano que, naquela época, "acolheu" os escravos. Porém, os escravos não vieram sozinhos, com eles veio sua cultura, seu modo de vida, seu jeito de amar, e então ... a Bahia valorizou tudo isso. Hoje, Salvador, a cidade com maior números de negros fora do continente Africano, mostra a raíz do negro em suas belezas. Se não fossem os negros, o que seria dessa cidade? Que história ela teria para contar? Certamente poucas, as maiores e melhores histórias foram construídas por negros. Cachoeira, é a "cara" da África, negra e linda. Lá encontra-se cada detalhe dessa união, África-Recôncavo, principalmente a religião trazida pelos negros, como pode-se ver na confraria religiosa Irmandade da Boa Morte. Andar por São Félix é um bom meio de ter o contato direto com o passado, e ver que O RECÔNCAVO BAIANO ESTÁ REPLETO DE ÁFRICA, ASSIM COMO TODO O BRASIL.
Som da África.
Você é a favor ou contra as Cotas Raciais
Qual é a maior herança africana existente no Brasil?
Para você qual é a maior qualidade do continente africano?
Qual é a primeira coisa que vem à sua cabeça quando ouve a palavra África?
Em sua opinião, qual é a maior dificuldade enfrentada pelos africanos?
Em sua opinião, qual é a maior consequência da partilha da África?
Em sua opinião, qual é maior consequência da colonização de exploração imposta pelos europeus sobre a África?
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Conceito de ETNOCENTRISMO
Published :
09:10
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Projeto África 8ª B
Se a cultura no que tange aos valores e visões de mundo é fundamental para nossa constituição enquanto indivíduos (servindo-nos como parâmetro para nosso comportamento moral, por exemplo), limitar-se a ela, desconhecendo ou depreciando as demais culturas de povos ou grupos dos quais não fazemos parte, pode nos levar a uma visão estreita das dimensões da vida humana. O etnocentrismo, dessa forma, trata-se de uma visão que toma a cultura do outro (alheia ao observador) como algo menor, sem valor, errado, primitivo. Ou seja, a visão etnocêntrica desconsidera a lógica de funcionamento de outra cultura, limitando-se à visão que possui como referência cultural. A herança cultural que recebemos de nossos pais e antepassados contribui para isso, pois nos condiciona ao mesmo tempo em que nos educa.
O etnocentrismo trata-se de uma avaliação pautada em juízos de valor daquilo que é considerado diferente. O ponto alto da questão não está apenas em se constatar as diferenças, mas sim em aprender a lidar com elas. Dessa forma, no momento de um choque cultural entre os indivíduos, pode-se dizer que cada um considera sua cultura como mais sofisticada do que as culturas dos demais. Aliás, esta foi a lógica que norteou as ações de estratégia geopolítica das nações dentre as quais nasceu o capitalismo como modo de produção. Esses países consideravam a ampliação da produção em escala e o desenvolvimento do comércio, da ciência e, dessa forma, a adoção do modo de vida do europeu como “homem civilizado”, fatores necessários e urgentes. Logo, caberia a este último a função de civilizar o mundo, argumento pelo qual se defendeu o neocolonialismo como forma de dominação de regiões como a África.
Tomar conhecimento do outro sem aceitar sua lógica de pensamento e de seus hábitos acaba por gerar uma visão etnocêntrica e preconceituosa, o que pode até mesmo se desdobrar em conflitos diretos. O etnocentrismo está, certamente, entre as principais causas da intolerância internacional e da xenofobia (preconceito contra estrangeiros ou pessoas oriundas de outras origens). Basta pensarmos nas relações entre norte-americanos e latinos (principalmente mexicanos) imigrantes, entre franceses e os povos vindos do norte do continente africano que buscam residência neste país, apenas como exemplos. A visão etnocêntrica caminha na contramão do processo de integração global decorrente da modernização dos meios de comunicação como a internet, pois é sinônimo de estranheza e de falta de tolerância.
Contudo, a inevitabilidade do choque cultural é um fato, pois as culturas naturalmente possuem bases e estruturas diferentes, dando significação à vida de formas distintas. Prova disso estaria no papel social assumido pelas mulheres, que certamente não possuem os mesmos direitos enquanto pessoa humana em sociedades ocidentais e orientais. Este fato, aliás, tem sido objeto de longas discussões internacionais acerca dos direitos humanos e das questões de gênero. A complexidade dessa questão é muito clara, pois se para nós do lado ocidental algumas práticas são contra o direito à vida e à emancipação; para outras culturas essas mesmas práticas devem ser aceitas com naturalidade, pois apenas reproduziriam uma tradição.
Dessa forma, a tolerância com relação à diferença é válida, mas seu limite não está claro, pois como podemos aceitar pacificamente o apedrejamento de mulheres ou a mutilação de seus corpos? Daí a necessidade da reflexão constante sobre tais limites, uma vez que o maior objetivo sempre será o convívio harmonioso e a valorização da vida.
Comentário:
Como foi dito no texto o Etnocentrismo é um conceito que leva a uma postura preconceituosa. È a dificuldade de conviver com as diferenças, de se colocar no lugar do outro. Ninguém é superior ou inferior a ninguém, apenas somos diferentes. Negar a cultura, tradição, costumes de um povo é no mínimo preconceituoso e ignorante. Respeito é a palavra-chave para boa convivência entre as pessoas e porque não entre os povos. Viva a diversidade cultural, conhecer e entender a realidade do outro nos faz, no mínimo, mais humildes e solidários
Por: Mariana Rosa
Brasil e África intensificam relações culturais
Published :
09:04
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Projeto África 8ª B
No vídeo a seguir o homem fala sobre os negros que vieram da África e que tiveram e ainda tem uma grande influência sobre o Brasil, é valido que o povo do Brasil tenha uma cultura e o modo de agir muito parecidos com o da população africana, assim deve-se intensificar o contato dos brasileiros com os mesmos promovendo eventos de culturais, além de outros.
terça-feira, 31 de julho de 2012
Viagem de Hillary Clinton à África
Published :
21:15
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Projeto África 8ª B
A secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, embarca esta semana em uma viagem que irá levá-la para a mais nova nação da África, o Sudão do Sul, e a uma visita ao estadista mais velho do continente, o ícone antiapartheid Nelson Mandela, de 94 anos.
Embora o foco público de Hillary sejam as conquistas democráticas da África e seu potencial econômico, a viagem também ressaltará os laços de segurança dos EUA em face de uma série de crescentes ameaças --desde extremistas islâmicos a cartéis de narcóticos.
"As ameaças de segurança estão se tornando muito mais visíveis e em alguns aspectos mais perigosos do que eram antes", disse a chefe do programa da África do Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais em Washington, Jennifer Cooke.
"Há grandes questões globais sobre a mesa e os EUA não têm o tipo de finanças disponíveis para lançar grandiosas iniciativas econômicas na África."
A viagem de Hillary --potencialmente sua última como a principal diplomata dos Estados Unidos-- começa na terça-feira no Senegal, e continua para o Sudão do Sul, onde ela será a mais alta autoridade dos EUA a visitar o país desde a declaração de independência em julho de 2011.
Outras paradas incluem Uganda, Quênia, Malauí e África do Sul, informou o Departamento de Estado.
Espera-se que Hillary destaque os programas norte-americanos sobre o desenvolvimento, educação e HIV/Aids --que há muito tempo é a espinha dorsal do compromisso dos EUA com a África--, bem como o interesse econômico do país em um continente cujos ricos recursos e invejáveis taxas de crescimento têm atraído pretendentes rivais incluindo a China e a Índia.
Ela provavelmente também irá enfatizar projetos para mulheres e meninas, um de seus temas centrais no cargo do qual ela diz que vai sair em janeiro, mesmo se o presidente Barack Obama for eleito para um segundo mandato.
Porém, a visita de Hillary também é parte de uma pressão dos EUA para ampliar as parcerias de segurança com países-chaves como Uganda e Quênia --laços que estão crescendo rapidamente apesar das eventuais sérias preocupações dos EUA com a governança democrática.
Fonte:http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2012/07/31/viagem-de-hillary-a-africa-foca-em-democracia-e-seguranca.htm
Sudão do Sul propõe acordo ao Sudão para reduzir disputas
Published :
21:04
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Projeto África 8ª B
O Sudão do Sul propôs nesta segunda-feira a seu vizinho do norte, o Sudão, um acordo para reduzir as disputas militares, econômicas e territoriais e, assim, cumprir com o prazo dado pelo Conselho de Segurança da ONU para concluir as negociações entre os dois países africanos - dia 2 de agosto.
O chefe negociador sul-sudanês, Pagan Amum, disse aos jornalistas em Adis-Abeba, onde ambas as nações negociam, que o "Sudão do Sul está oferecendo ao Sudão um total de US$ 3,24 bilhões de dólares" (cerca de R$ 6,62 bilhões) para garantir a viabilidade econômica sudanesa e "em nome da paz".
"Além disso, o Sudão do Sul perdoará o Sudão pela perda de mais de US$ 500 milhões (por volta de R$ 1,02 bilhão) devido aos confiscos anteriores de petróleo (sul-sudanês)", acrescentou Amum.
"Ser aceito pelo Sudão - apontou o negociador sulista -, não apenas impulsionaria sua economia, mas também encerraria as hostilidades, reiniciaria as ligações comerciais e garantiria paz permanente entre os dois países".
A proposta, no entanto, não parece que vai prosperar, já que o chefe dos negociadores sudaneses, Mutrif Sedig, não a considera justa.
Para Sedig, o acordo deveria enfocar primeiro a situação de segurança e, em seguida, no restante dos temas polêmicos como o petróleo, o comércio e as questões fronteiriças.
Nos primeiros meses do ano, Sudão e Sudão do Sul protagonizaram frequentes confrontos em zonas fronteiriças, ricas em jazidas de petróleo, cuja soberania é disputada.
O Sudão do Sul se tornou independente em 9 de julho de 2011, após um plebiscito realizado com o apoio da comunidade internacional e depois de passar por um conflito bélico com seu vizinho do norte que durou mais de duas décadas e causou a morte de cerca de 2 milhões de pessoas.
Fonte:http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI6013226-EI17615,00-Sudao+do+Sul+propoe+acordo+ao+Sudao+para+reduzir+disputas.html
Brasil investe cada vez mais na África
Published :
20:56
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Projeto África 8ª B
O Brasil intensificou seus esforços para construir relações mais estreitas com a África, num esforço da sexta maior economia do mundo em competir com outros gigantes como China e Índia para assumir um papel central no continente rico em recursos naturais.
No mês passado, o maior banco de investimento no Brasil, BTG Pactual, anunciou planos para levantar US$ 1 bilhão e criar o maior fundo de investimento do mundo para a África, focando em áreas como infraestrutura energia e agricultura.
O fundo do banco independente, que surge em meio a uma iniciativa do governo para estabelecer uma parceria estratégica com a África, é uma das mais recentes medidas sinalizando o crescente interesse do Brasil para ampliar sua pegada econômica no continente - o comércio entre o Brasil e a África saltou de cerca de US$ 4 bilhões em 2000 para aproximadamente US$ 20 bilhões em 2010. "Isso representa um ponto de virada em que uma porção desses investidores e dessas instituições de investimento está reconhecendo que a África é, de fato, a última fronteira do crescimento", diz Lyal White, diretor do Centro para Mercados Dinâmicos do Gordon Institute for Business Science da África do Sul.
Usando países de fala portuguesa como Angola e Moçambique como ponto de entrada no continente, empresas estatais e privadas brasileiras fizeram grandes incursões em várias partes do continente, operando, sobretudo, em setores estratégicos como infraestrutura, mineração e energia - no ano passado, a Vale anunciou planos para gastar mais de 12 bilhões de libras em investimentos na África nos próximos cinco anos.
Laços fortes. Embora separados pelo Oceano Atlântico, Brasil e África têm antigos laços históricos e culturais que remontam aos tempos do tráfico de escravos no século 16, quando legiões de africanos foram enviados de navio à antiga colônia portuguesa para servir de escravos nas plantações de cana de açúcar.
Hoje, o Brasil trata de usar sua afinidade cultural com a África como uma vantagem na competição com as outras potências que estão agindo no continente, segundo analistas. "O fato de a maioria da população brasileira ser de origem afro-brasileira - o que confere ao Brasil a maior população negra do mundo depois da Nigéria - é amiúde citado pela elite governante, quase exclusivamente branca, do país, para ressaltar as semelhanças culturais do Brasil com os países africanos", disse Stolte.
O envolvimento crescente do Brasil com a África também teve continuidade sob a liderança de Dilma Rousseff, que se tornou presidente do Brasil em janeiro de 2011 - em seu primeiro ano no cargo, Dilma visitou Angola, Moçambique e África do Sul.
Empresas brasileiras que tentam fazer negócios no continente tendem a contratar e treinar força de trabalho local e oferecer produtos sociais para promover o desenvolvimento nativo - em Angola, a construtora brasileira Odebrecht tornou-se a maior empregadora privada do país.
"O Brasil se vê, portanto, como um parceiro de países africanos, um país capacitado a lhes oferecer estratégias bem-sucedidas para combater os problemas mais cruciais do continente, como a fome e a aids", diz Stolte./ TRADUÇÃO DE CELSO PACIORNIK
Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,brasil-compete-com-china-e-india-para-investir-na-africa-,906290,0.htm
Comentário:
O Brasil tem que ter cada vez mais o compromisso de investir e ajudar no desenvolvimento dos países africanos, pois através desse movimento os laços entre Brasil e África serão mais fortes e estreitos. Através das nossas semelhanças culturais, faz-se uma porta de entrada para juntos buscarmos o crescimento e desenvolvimento das duas nações.
Por: Mariana Rosa
sábado, 21 de julho de 2012
Diáspora Africana
Published :
10:27
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Projeto África 8ª B
É denominado Diáspora Africana o fenômeno sociocultural e histórico que aconteceu nos países africanos devido a imigração forçada da população africana a países que tinham como características a existência da mão de obra escrava. Isso se deu no inicio da Idade Moderna e teve uma grande duração até o final do século XVIII.
Esse termo foi elaborado por historiadores que estudam o tema, movimentos civis e descendência de ex escravos recentes.
Muitos desses negros, ou na verdade a maioria deles, quando chegavam no território em que seria feitos de escravos, estavam completamente destituídos de suas identidades. Muitas vezes os senhores não sabiam que seus escravos eram da mesma região, eram conhecidos, e muitas vezes parentes, mesmo que distantes. Os africanos tem algo na cultura deles que os fazem considerar familiares mesmo que seja muitos distante o grau de parentesco. Isso tudo favorecia a união desses negros e possivelmente a rebeliões que ocorriam contra a forma que viviam.
Fonte: http://www.infoescola.com/historia/diaspora-africana/
Comentário: A Diáspora negra no Brasil estabelece um novo paradigma que amplia a nossa compreensão da cultura africana e as forças que levaram à sua transformação, durante e após o comércio de escravos pelo Atlântico. Colaborando com a compreensão do papel efetivamente exercido por importante parcela do povo negro em nosso país e abre novos horizontes para historiadores.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Palavras de um poeta africano! Vale a pena conferir ...
Published :
09:22
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Projeto África 8ª B
Meus caros irmãos,
Quando nasci eu era negro,
Agora cresci e sou negro,
Quando tomo sol fico negro,
Quando estou com frio fico negro,
Quando tenho medo fico negro,
Quando estou doente fico negro,
Quando morrer ficarei negro.
E você homem branco,
Quando nasce é rosa,
Quando cresce fica branco,
Quando toma sol fica vermelho,
Quando sente frio fica roxo,
Quando sente medo fica verde,
Quando está doente fica amarelo,
Quando morre fica cinza.
E ainda me chama de homem de cor?
Fonte: http://jlemes.blogspot.com.br/2011_05_01_archive.html
Deixa aqui a sua opinião sobre o poema:
Fonte: http://jlemes.blogspot.com.br/2011_05_01_archive.html
Deixa aqui a sua opinião sobre o poema:
20 de novembro, Dia da Consciência Negra!
Published :
09:13
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Projeto África 8ª B
Esta data foi estabelecida pelo projeto lei número 10.639, no dia 9 de janeiro de 2003. Foi escolhida a data de 20 de novembro, pois foi neste dia, no ano de 1695, que morreu Zumbi, líder do Quilombo dos Palmares.
A homenagem a Zumbi foi mais do que justa, pois este personagem histórico representou a luta do negro contra a escravidão, no período do Brasil. Ele morreu em combate, defendendo seu povo e sua comunidade. Os quilombos representavam uma resistência ao sistema escravista e também um forma coletiva de manutenção da cultura africana aqui no Brasil. Zumbi lutou até a morte por esta cultura e pela liberdade do seu povo.
A criação desta data foi importante, pois serve como um momento de conscientização e reflexão sobre a importância da cultura e do povo africano na formação da cultura nacional. Os negros africanos colaboraram muito, durante nossa história, nos aspectos políticos, sociais, gastronômicos e religiosos de nosso país. É um dia que devemos comemorar nas escolas, nos espaços culturais e em outros locais, valorizando a cultura afro-brasileira.
A abolição da escravatura, de forma oficial, só veio em 1888. Porém, os negros sempre resistiram e lutaram contra a opressão e as injustiças advindas da escravidão.
Vale dizer também que sempre ocorreu uma valorização dos personagens históricos de cor branca. Como se a história do Brasil tivesse sido construída somente pelos europeus e seus descendentes. Imperadores, navegadores, bandeirantes, líderes militares entre outros foram sempre considerados hérois nacionais. Agora temos a valorização de um líder negro em nossa história e, esperamos, que em breve outros personagens históricos de origem africana sejam valorizados por nosso povo e por nossa história. Passos importantes estão sendo tomados neste sentido, pois nas escolas brasileiras já é obrigatória a inclusão de disciplinas e conteúdos que visam estudar a história da África e a cultura afro-brasileira.
Fonte: http://www.suapesquisa.com/datascomemorativas/dia_consciencia_negra.htm
Comentário1: O Dia Nacional da Consciência Negra é bastante importante, uma vez que é celebrado na data em que o líder negro Zumbi, que comandou o Quilombo de Palmares, foi morto: 20 de novembro de 1695. Por isso precisamos abraçar a luta pela reparação e construir um ambiente de igualdade e oportunidades, celebrando em definitivo, a democracia, com a inclusão de todos.
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